
domingo, 30 de março de 2008
sábado, 29 de março de 2008
Que saudades me da
Que saudades me da
Mexendo em meus guardados veja o que encontrei. Encontrei muitos bilhetes, cartinhas, recadinhos carinhosos que meus netinhos e sobrinha sempre mandavam a mim e ao Waldemar.Sempre gostei muito do jeito meigo que eles demonstravam seu amor por nos e sempre guardava todos os seus bilhetinhos, desenhos e tudo que nos enviavam ,e hoje vou colocar no meu blog para demonstrar a eles mais uma vez como é grande o amor que dedicamos a eles. Vou colocar alguns, quando ainda eles não sabiam quase nem escrever,e me mandavam beijinhos com batom nas cartinhas, vejam que bonitinho.
Mexendo em meus guardados veja o que encontrei. Encontrei muitos bilhetes, cartinhas, recadinhos carinhosos que meus netinhos e sobrinha sempre mandavam a mim e ao Waldemar.Sempre gostei muito do jeito meigo que eles demonstravam seu amor por nos e sempre guardava todos os seus bilhetinhos, desenhos e tudo que nos enviavam ,e hoje vou colocar no meu blog para demonstrar a eles mais uma vez como é grande o amor que dedicamos a eles. Vou colocar alguns, quando ainda eles não sabiam quase nem escrever,e me mandavam beijinhos com batom nas cartinhas, vejam que bonitinho.
sábado, 22 de março de 2008
O siginificado da Páscoa

O significado da Páscoa...A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu, até sua ressurreição, quando seu espírito e seu corpo foram reunificados. É o dia santo mais importante da religião cristã, quando as pessoas vão às igrejas e participam de cerimônias religiosas.
Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica. É uma das mais importantes festas do calendário judaico, que é celebrada por 8 dias e comemora o êxodo dos israelitas do Egito durante o reinado do faraó Ramsés II, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
No português, como em muitas outras línguas, a palavra Páscoa origina-se do hebraico Pessach. Os espanhóis chamam a festa de Pascua, os italianos de Pasqua e os franceses de Pâques.
Nossos amigos de Kidlink nos contaram como se escreve "Feliz Páscoa" em diferentes idiomas. Assim:
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. A origem do símbolo do coelho vem do fato de que os coelhos são notáveis por sua capacidade de reprodução. Como a Páscoa é ressurreição, é renascimento, nada melhor do que coelhos, para simbolizar a fertilidade!
Vamos ver agora como surgiu o chocolate...
Quem sabe o que é "Theobroma"? Pois este é o nome dado pelos gregos ao "alimento dos deuses", o chocolate. "Theobroma cacao" é o nome científico dessa gostosura chamada chocolate. Quem o batizou assim foi o botânico sueco Linneu, em 1753.
Mas foi com os Maias e os Astecas que essa história toda começou. O chocolate era considerado sagrado por essas duas civilizações, tal qual o ouro.Na Europa chegou por volta do século XVI, tornando rapidamente popular aquela mistura de sementes de cacau torradas e trituradas, depois juntada com água, mel e farinha. Vale lembrar que o chocolate foi consumido, em grande parte de sua história, apenas como uma bebida.
Em meados do século XVI, acreditava-se que, além de possuir poderes afrodisíacos, o chocolate dava poder e vigor aos que o bebiam. Por isso, era reservado apenas aos governantes e soldados.
Aliás, além de afrodisíaco, o chocolate já foi considerado um pecado, remédio, ora sagrado, ora alimento profano. Os astecas chegaram a usá-lo como moeda, tal o valor que o alimento possuía.
Chega o século XX, e os bombons e os ovos de Páscoa são criados, como mais uma forma de estabelecer de vez o consumo do chocolate no mundo inteiro. É tradicionalmente um presente recheado de significados. E não é só gostoso, como altamente nutritivo, um rico complemento e repositor de energia. Não é aconselhável, porém, consumí-lo isoladamente. Mas é um rico complemento e repositor de energia.
E o coelho?
A tradição do coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas!
Mas por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todo ano?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Conselho de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária - conhecida como a "lua eclesiástica").
A Quarta-Feira de Cinzas ocorre 46 dias antes da Páscoa, e portanto a Terça-Feira de Carnaval ocorre 47 dias antes da Páscoa. Esse é o período da quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas.
Com esta definição, a data da Páscoa pode ser determinada sem grande conhecimento astronômico. Mas a seqüência de datas varia de ano para ano, sendo no mínimo em 22 de março e no máximo em 24 de abril, transformando a Páscoa numa festa "móvel".
De fato, a seqüência exata de datas da Páscoa repete-se aproximadamente em 5.700.000 anos no nosso calendário Gregoriano.
Para os curiosos, olha aí as datas da Páscoa até o ano de 2010:
2000 - 23 de abril
2001 - 15 de abril
2002 - 31 de março
2003 - 20 de abril
2004 - 11 de abril
2005 - 27 de março
2006 - 16 de abril
2007 - 08 de abril
2008 - 23 de março
2009 - 12 de abril
2010 - 04 de abril
Vamos conhecer agora os outros símbolos da Páscoa!
Home
Apresentação
Os Símbolos
O Ovo
Proposta de Atividade
Nossos Trabalhos
Que sadades daqueles tempos
Voltando a 19 anos atrÁs, um pouco mais, um pouco menos, me vejo junto com meus netos e sobrinhos, sempre participando com eles de todas as festas, passeios, principalmente a praia que iámos sempre e nos divertiámos muito. Quanto sorvete, quantas brincadeiras. Meu genro comprou um barco, dávamos volta com o barco, a primeira vez que fomos no barco, fui eu a Priscila, a Paloma e o Waldemar, saimos da praia par ir para a ilha em frente, mas quando chegou no meio do caminho o motor do barco morreu. Eu fiquei com medo, mais não podia deixar as crianças com medo também, pedi a Priscila que pegasse o remo e peguei um remo também, e enquanto o Waldemar tentava ligar o motor que não pegava eu e a Priscila trouxemos o barco no remo até a praia. Foi uma bela aventura. Dávamos voltas na banana e eu participava em todas as brincadeiras com eles, era muito bom, muito bom mesmo. A que saudades me da!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Todos rituais da Semana Santa

A Bíblia Responde
Categoria: Religião (clique aqui e veja mais artigos relacionados com esta categoria)Visualizações: 873
Pergunta: O que é o sábado de aleluia? Porque é comemorado um dia antes da páscoa? Gostaria de tirar essa dúvida.
Resposta: O sábado de aleluia não é bíblico, por isso não encontramos nenhuma passagem na Bíblia a respeito. O que posso dizer é que é o dia em que se acende o Círio Pascal, uma grande vela. O Círio simboliza a luz de Cristo, que ilumina o mundo. Na vela, estão gravadas as letras gregas Alfa e Ômega, que querem dizer "Deus é o princípio e o fim de tudo". A Semana Santa como a conhecemos hoje é uma prática fundada na tradição. Conheça um pouco mais sobre o desenvolvimento histórico desta tradição. A cada ano, os povos de cultura cristã celebram uma semana a que chamam de Santa. Ela ocorre quarenta dias após os três dias dedicados aos festejos de Carnaval e, por isso, muitos julgam que há uma relação direta entre os dois eventos. Relações existem, pois tais festividades estão ancoradas no calendário lunar, calendário comum dos povos mais antigos que festejavam a fertilidade da terra. Entretanto a Semana Santa é, para os cristãos, a celebração do Mistério da Morte e Ressurreição de Jesus Cristo e isso não é decorrente dos festejos carnavalescos. Inicialmente, os cristãos celebravam a Páscoa em apenas um dia e ocorria a cada domingo. Mas, já no século II, eles passaram a escolher um domingo especial e, a cada ano, celebravam a Páscoa, ou seja, a Ressurreição de Jesus. Foi inevitável que fosse utilizado o período da Páscoa judaica, que ocorre no 14º dia do mês de Nisan. Considerando que Jesus ressuscitou no domingo, veio a se estabelecer que a Páscoa cristã é celebrada no primeiro domingo depois da primeira lua cheia da primavera. No século IV, algumas comunidades cristãs passaram a vivenciar a paixão, a morte e a ressurreição, o que exigia três dias de celebração, consagrados à lembrança dos últimos dias da vida terrena de Jesus. A sexta-feira comemorando especialmente a morte de Jesus, o sábado o seu descanso na morte e o domingo, a festa da ressurreição. À medida em que os cristãos cresciam em número, necessitaram de organizar e estabelecer datas para a festa da Ressurreição. Assim ocorreu uma re-significação daquela festividade, embora mantendo o seu sentido primeiro de libertação. Para os judeus, a Páscoa é a celebração da libertação da opressão a que estavam submetidos no Egito, de onde saíram sob a liderança de Moisés. Para os cristãos, a Páscoa celebra a libertação da opressão do pecado, uma vez que se sentiam resgatados pelo sacrifício de Jesus. Com o passar dos tempos, os cristãos foram estabelecendo rituais objetivando tornar acessível a todos, através de gestos litúrgicos, o sentido daquele tríduo que se transformou em uma semana com a introdução da celebração do Domingo de Ramos, por volta do século IV. Essa festa foi se tornando uma das mais populares do catolicismo e, em torno daqueles ramos empunhados pelos fiéis em procissão, tem surgido uma infinidade de pequenas crendices, como a sua utilização para a feitura de chás curativos. Em algumas regiões esses ramos ressequidos durante o ano são utilizados para a produção da cinza que é posta na fronte dos fiéis na quarta-feira que encerra o carnaval, a quarta-feira de cinzas, e dá início à Quaresma. Ao longo da Idade Média, a Semana Santa foi acrescida de novos rituais. Um desses foi a cerimônia do Lava Pés que ocorre na quinta feira à tarde. É a teatralização de um acontecido durante a Ceia de Páscoa, que Jesus celebrou com os seus seguidores mais próximos, uma experiência didático-pedagógica para aqueles que não tinham acesso aos escritos evangélicos. Por seu aspecto visual e dramático, adequou-se ao gosto popular e vem se tornando mais importante do que as reflexões que os cristãos devem fazer naquela ocasião. No período medieval, surgiu um outro ritual, a espoliação do altar, ou seja, a retirada das toalhas e utensílios que foram utilizados, e as hóstias são transladadas para um altar lateral onde podem ser veneradas. Esse rito é uma alegoria do fato de que, na antiguidade, quando ainda não havia os templos, a cada celebração, eram postas antes e retiradas após a cerimônia, as toalhas sobre a mesa que servia como altar. Um outro ritual, que também ocorre na quinta-feira, este pela manhã, é a missa da Bênção dos Óleos, utilizada para representar a unidade do clero em torno do bispo local, ao mesmo tempo em que demonstra a sua catolicidade. Os ritos da sexta-feira comemoram a morte de Jesus. Nesse dia, não ocorre a celebração da missa, apenas são feitas leituras e a adoração da cruz. No ritual católico, a grande festa é o Domingo, mas a população entende a missa de vigília, que começa à meia-noite do sábado como Sábado de Aleluia, ou seja, o sábado de alegria. Como pode ser visto o Sábado de Aleleuia e a Semana Santa, são celebrações criadas pelo homem, não havendo fundamentos bíblicos para tal.
EQUIPE DE CONSELHEIROS BÍBLIA ONLINE
sexta-feira, 21 de março de 2008
Ritual da Quinta Feira Santa
A Santa Ceia por Da VinceNa quinta-feira santa ocorreu a Santíssima Ceia, a reunião dos apóstolos com Jesus ao redor da mesa, onde Ele repartiu o pão e o vinho.Ele quis que, como em sua última Ceia, seus discípulos se reunissem e se recordassem dEle abençoando o pão e o vinho: "Fazei isto em memória de mim" (Lc 22,19). Daí surge o rito católico da comunhão, que remonta o ritual da Santa Ceia na distribuição da hóstia, mas apenas algumas igrejas repartem o vinho, apesar deste ser tomado pelo sacerdote durante o ritual de consagração dos alimentos.Ainda hoje, algumas culturas, não permitem que se sentem treze pessoas à mesa, com o perigo de haver entre os presentes um traidor, Judas Iscariotes. Para evitar essa energia nefasta, sempre deve-se ter menos ou mais pessoas, mas nunca o mesmo número que havia na Santa Ceia.Há quem acredite que o pão usado por Cristo seja o tipo de pão árabe Folha, por ser das receitas mais antigas e pelo tamanho e espessura, semelhante a da hóstia. O pão Folha é finíssimo e de diâmetro equivalente ao de uma pizza grande.Uma boa sugestão para sair da quaresma (jejum de 40 dias) e celebrar o sacrifício do Redentor, é reunir a família para repartir o pão Folha e tomar um bom vinho tinto seco juntos. Durante a ceia pode-se refletir sobre os ensinamentos de Cristo e o significado deste momento que muitas vezes é mais festejado com ovos de chocolate sem que se saiba o real significado da Páscoa.
quinta-feira, 20 de março de 2008
Simbolos da Páscoa



Significado de Alguns Símbolos Pascais
O ovo simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a Antigüidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos. Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma.
O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
Os coelhos surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.
A cruz mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus Cristo. Desde a ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo.
Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa. No Novo Testamento, simboliza Cristo que é o Cordeiro de Deus sacrificado em prol da salvação de toda a humanidade, seu rebanho.
O pão e o vinho eram, na Antigüidade, a comida e bebida mais comuns. Jesus Cristo se serviu desses alimentos para simbolizar sua presença constante ao instituir a Eucaristia. Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus e a vida eterna.
As vestes brancas usadas na celebração pascal retomam a passagem referente à transfiguração de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e a plenitude.
As velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais.
No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo".
O círio pascal é aquela grande vela decorada que tem a cruz como desenho central. Simboliza a luz dos povos, em Cristo. As palavras "Alfa e Ômega" nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
Colomba ou Pomba Pascal - De origem italiana, a colomba é bem semelhante ao panetone de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos quando Cristo ressuscita. Além do que a pomba é também um símbolo da almejada paz.
O ovo simboliza o nascimento, a vida, o ressurgimento de Cristo e é um símbolo desde a Antigüidade, época em que já era costume presentear as pessoas, por ocasião da Páscoa, com ovos enfeitados e coloridos. Os ovos de Páscoa representam também o final da quaresma.
O cacau, cujo nome científico em grego é Teobroma Cacau, quer dizer: o néctar dos deuses. Seu sabor e sua força energética sempre foram reconhecidos em toda a Europa. Ao tomar o formato de um ovo, representou mais intensamente a força rejuvenescedora da vida. O ovo de chocolate é, portanto, o símbolo da vida.
Os coelhos surgiram como símbolos da Páscoa na época dos egípcios, pois representam a fecundidade e a reprodução constante da vida. Convém lembrar que, embora eles apareçam associados aos ovos, até hoje não se viu um coelho que botasse um ovo, muito menos de chocolate.
A cruz mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no calvário de Jesus Cristo. Desde a ano 325 d.C. é considerada como símbolo oficial do cristianismo.
Na celebração do sábado de Aleluia, véspera do domingo de Páscoa, é feita a bênção da água que será utilizada nos batismos durante o ano. Cristo é a verdadeira água, fonte de vida.
O cordeiro é o símbolo mais antigo da Páscoa. No Novo Testamento, simboliza Cristo que é o Cordeiro de Deus sacrificado em prol da salvação de toda a humanidade, seu rebanho.
O pão e o vinho eram, na Antigüidade, a comida e bebida mais comuns. Jesus Cristo se serviu desses alimentos para simbolizar sua presença constante ao instituir a Eucaristia. Assim, o pão e o vinho simbolizam o corpo e o sangue de Jesus e a vida eterna.
As vestes brancas usadas na celebração pascal retomam a passagem referente à transfiguração de Cristo (na qual as vestimentas de Jesus se tornaram resplandecentes de brancura.) O branco simboliza a pureza, a paz e a plenitude.
As velas são uma marca das celebrações religiosas pascais. Em certos países, os católicos apagam todas as luzes de suas igrejas na Sexta-feira da Paixão. Na véspera da Páscoa, fazem um novo fogo para acender o principal círio pascal e o utilizam para reacender todas as velas da igreja. Então, acendem suas próprias velas e as levam para casa a fim de utilizá-las em ocasiões especiais.
No Sábado Santo a celebração católica é iniciada com a bênção do fogo, chamado de "fogo novo".
O círio pascal é aquela grande vela decorada que tem a cruz como desenho central. Simboliza a luz dos povos, em Cristo. As palavras "Alfa e Ômega" nela gravadas querem dizer: "Deus é o princípio e o fim de tudo".
Colomba ou Pomba Pascal - De origem italiana, a colomba é bem semelhante ao panetone de Natal, mas com o formato de uma pomba, que representa a vinda do Espírito Santo sobre os Apóstolos quando Cristo ressuscita. Além do que a pomba é também um símbolo da almejada paz.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Dia de São Jose

19 DEMARÇO DIA DE SÃO JOSÉ.Dia 19 de março dia do querido São José, protetor das familias. A flor que Ele usa nas mãos aqui em Minas é chamada de Saõ José e sempre floresce nos brejos é muito perfumada. Dizem que as ultimas chuvas acontecem nesta data, a famosa enchente de março que finaliza o verão. Desejo a todos um bom domingo com alegre amnhecer..
domingo, 16 de março de 2008
Programação da Semana Santa


DOM EUSÉBIO ABRE SEMANA SANTA
PROGRAMA DA SEMANA INCLUI ENCENAÇÃO NOS ARCOS DA LAPA
O programa das cerimônias da Semana Santa na Catedral do Rio prossegue na quinta-feira, 24 de março, às 9 horas, a solene MISSA DO CRISMA, também denominada “Missa da Sagração dos Santos Óleos”, quando Dom Eusébio sagrará os óleos que serão utilizados nos diversos sacramentos em todas as 246 paróquias da cidade. Nesta cerimônia os sacerdotes do clero da Arquidiocese do Rio concelebram a missa com o Arcebispo do Rio e os seis Bispos Auxiliares, renovando na ocasião os votos sacerdotais, inclusive o celibato.
Ao final da cerimônia, marcando a unidade da Arquidiocese, Dom Eusébio entregará a cada uma das representações dos seis Vicariatos Episcopais, um frasco de cada um dos Santos Óleos (Crisma, Catecúmenos e Unção dos Enfermos) que serão redistribuídos pelas paróquias e utilizados nos sacramentos até Quinta-feira Santa do próximo ano.
Na parte da tarde da Quinta-feira Santa, às 18 horas, a Igreja inicia o Tríduo Sagrado, com a SOLENE MISSA DA CEIA DO SENHOR, quando se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. O Cardeal Eusébio Scheid presidirá essa cerimônia na Igreja da Candelária, na Praça Pio X, no Centro, onde lavará os pés de 12 homens. Já a Catedral ficará aberta até a meia-noite para que os fiéis possam fazer sua Adoração ao Santíssimo Sacramento, juntamente com os Adoradores Noturnos da Igreja de Sant’Ana.
Na SEXTA-FEIRA SANTA, dia 25 de março, dia de jejum e abstinência para os católicos, a cerimônia na Catedral começa às 15 horas, com a SOLENE FUNÇÃO LITÚRGICA COMEMORATIVA DA PAIXÃO E MORTE DE CRISTO. Esse é o único dia em que não são celebradas as missas. A única cerimônia do Dia, a Função Litúrgica, comemora a paixão e morte de Cristo. Depois da cerimônia, às 17:30 horas, da Catedral, sairá a PROCISSÃO DO SENHOR MORTO que percorrerá algumas ruas do Centro. Na procissão, presidida por D. Eusébio Scheid, que conduzirá a relíquia do Santo Lenho – um fragmento da Cruz de Cristo – serão levadas as imagens do Senhor Morto e de Nossa Senhora das Dores.
PAIXÃO DE CRISTO NOS ARCOS DA LAPA
Pelo 25º ano consecutivo, a Arquidiocese do Rio promove a encenação de momentos da vida de Jesus, este ano o espetáculo teatral “Verbo Divino”, um Auto da Paixão de Cristo inovador e moderno, com uma proposta e linguagem jovens que busca atingir a todos os públicos e focar não somente a Semana Santa como também os fatos mais importantes da vida de Cristo.
A encenação, realizada na Sexta-feira Santa, nos Arcos da Lapa, é coordenada pela Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, será produzida pelo Grupo Ressucitarte, da Paróquia da Ressurreição, com um elenco de 100 atores, bailarinos e cantores.
O SÁBADO SANTO, dia 26 de março, dia de silêncio para os cristãos que aguardam a ressurreição de Cristo, a SOLENE VIGÍLIA PASCAL na Catedral de São Sebastião começa às 20:30 hs. A cerimônia é iniciada na parte externa da Catedral com a bênção do fogo de onde será retirada uma chama com a qual o Arcebispo do Rio irá acender o Círio Pascal, simbolizando a luz do Cristo Ressuscitado. A vigília prossegue depois no interior do templo com o canto do anúncio da Ressurreição de Cristo, a renovação das promessas do Batismo.
No DOMINGO DA PÁSCOA, 27 de março, a Ressurreição do Senhor terá o dia marcado por um almoço de Páscoa que a Pastoral Social da Catedral de S. Sebastião oferecerá para mais de 1.500 moradores de rua, que são assistidos por essa pastoral. Dom Eusébio Scheid abençoará, às 11:30 hs, o almoço e servirá o primeiro prato, gesto que já se torna tradição nas grandes festas comemoradas na Catedral.
O Cardeal Eusébio Scheid dirigirá sua mensagem de Páscoa ao celebrar a Missa do Domingo da Ressurreição, no programa “Santa Missa”, às 8 horas, nos estúdios da TV Educativa.
SEMANA SANTA PELO RÁDIO
A Arquidiocese do Rio vai transmitir todas as cerimônias da Semana Santa na Catedral através de sua emissora, a rádio CATEDRAL FM 106,7 para possibilitar que as pessoas idosas, doentes, presos e outras que não podem sair de casa acompanhem as cerimônias e possam participar espiritualmente.
PROGRAMA DA SEMANA INCLUI ENCENAÇÃO NOS ARCOS DA LAPA
O programa das cerimônias da Semana Santa na Catedral do Rio prossegue na quinta-feira, 24 de março, às 9 horas, a solene MISSA DO CRISMA, também denominada “Missa da Sagração dos Santos Óleos”, quando Dom Eusébio sagrará os óleos que serão utilizados nos diversos sacramentos em todas as 246 paróquias da cidade. Nesta cerimônia os sacerdotes do clero da Arquidiocese do Rio concelebram a missa com o Arcebispo do Rio e os seis Bispos Auxiliares, renovando na ocasião os votos sacerdotais, inclusive o celibato.
Ao final da cerimônia, marcando a unidade da Arquidiocese, Dom Eusébio entregará a cada uma das representações dos seis Vicariatos Episcopais, um frasco de cada um dos Santos Óleos (Crisma, Catecúmenos e Unção dos Enfermos) que serão redistribuídos pelas paróquias e utilizados nos sacramentos até Quinta-feira Santa do próximo ano.
Na parte da tarde da Quinta-feira Santa, às 18 horas, a Igreja inicia o Tríduo Sagrado, com a SOLENE MISSA DA CEIA DO SENHOR, quando se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio. O Cardeal Eusébio Scheid presidirá essa cerimônia na Igreja da Candelária, na Praça Pio X, no Centro, onde lavará os pés de 12 homens. Já a Catedral ficará aberta até a meia-noite para que os fiéis possam fazer sua Adoração ao Santíssimo Sacramento, juntamente com os Adoradores Noturnos da Igreja de Sant’Ana.
Na SEXTA-FEIRA SANTA, dia 25 de março, dia de jejum e abstinência para os católicos, a cerimônia na Catedral começa às 15 horas, com a SOLENE FUNÇÃO LITÚRGICA COMEMORATIVA DA PAIXÃO E MORTE DE CRISTO. Esse é o único dia em que não são celebradas as missas. A única cerimônia do Dia, a Função Litúrgica, comemora a paixão e morte de Cristo. Depois da cerimônia, às 17:30 horas, da Catedral, sairá a PROCISSÃO DO SENHOR MORTO que percorrerá algumas ruas do Centro. Na procissão, presidida por D. Eusébio Scheid, que conduzirá a relíquia do Santo Lenho – um fragmento da Cruz de Cristo – serão levadas as imagens do Senhor Morto e de Nossa Senhora das Dores.
PAIXÃO DE CRISTO NOS ARCOS DA LAPA
Pelo 25º ano consecutivo, a Arquidiocese do Rio promove a encenação de momentos da vida de Jesus, este ano o espetáculo teatral “Verbo Divino”, um Auto da Paixão de Cristo inovador e moderno, com uma proposta e linguagem jovens que busca atingir a todos os públicos e focar não somente a Semana Santa como também os fatos mais importantes da vida de Cristo.
A encenação, realizada na Sexta-feira Santa, nos Arcos da Lapa, é coordenada pela Associação Cultural da Arquidiocese do Rio, será produzida pelo Grupo Ressucitarte, da Paróquia da Ressurreição, com um elenco de 100 atores, bailarinos e cantores.
O SÁBADO SANTO, dia 26 de março, dia de silêncio para os cristãos que aguardam a ressurreição de Cristo, a SOLENE VIGÍLIA PASCAL na Catedral de São Sebastião começa às 20:30 hs. A cerimônia é iniciada na parte externa da Catedral com a bênção do fogo de onde será retirada uma chama com a qual o Arcebispo do Rio irá acender o Círio Pascal, simbolizando a luz do Cristo Ressuscitado. A vigília prossegue depois no interior do templo com o canto do anúncio da Ressurreição de Cristo, a renovação das promessas do Batismo.
No DOMINGO DA PÁSCOA, 27 de março, a Ressurreição do Senhor terá o dia marcado por um almoço de Páscoa que a Pastoral Social da Catedral de S. Sebastião oferecerá para mais de 1.500 moradores de rua, que são assistidos por essa pastoral. Dom Eusébio Scheid abençoará, às 11:30 hs, o almoço e servirá o primeiro prato, gesto que já se torna tradição nas grandes festas comemoradas na Catedral.
O Cardeal Eusébio Scheid dirigirá sua mensagem de Páscoa ao celebrar a Missa do Domingo da Ressurreição, no programa “Santa Missa”, às 8 horas, nos estúdios da TV Educativa.
SEMANA SANTA PELO RÁDIO
A Arquidiocese do Rio vai transmitir todas as cerimônias da Semana Santa na Catedral através de sua emissora, a rádio CATEDRAL FM 106,7 para possibilitar que as pessoas idosas, doentes, presos e outras que não podem sair de casa acompanhem as cerimônias e possam participar espiritualmente.
sábado, 15 de março de 2008
SEMANA SANTA


Na Semana Santa, também chamada Semana Maior, os cristãos comemoram anualmente os sofrimentos, a morte e a ressurreição de Jesus Cristo.
As celebrações acontecem na semana depois da quaresma e antes da Páscoa; portanto, a Semana Santa vai do Domingo de Ramos até ao Domingo da Ressurreição. Nomes de cada dia: domingo de Ramos; segunda-feira Santa; terça-feira Santa; quarta-feira Santa; quinta-feira Santa ou Dia de Endoenças; sexta-feira Santa ou sexta-feira da Paixão; sábado santo ou sábado de Aleluia; domingo da Páscoa ou domingo da Ressurreição. Vários cantos populares falam dos dias da Semana Santa, um por um.
A programação da Semana Santa conhece uma rica variação de cidade para cidade. É época de muitas procissões típicas; nestas e também nos quadros vivos notamos a presença de muitas figuras bíblicas, e outros figurantes, que vão desde Adão e Eva, patriarcas, reis e profetas, a apóstolos, o Anjo da Amargura, Verônica, Santa Maria Madalena antes da conversão, as três Marias(as três beús), a samaritana, Salomé, os meninos Hebreus, Pilatos e Claúdia, Herodes, o centurião, Nicodemos e José de Arimatéia, os soldados da Guarda Romana, os dois ladrões: Gestas e São Dimas e os demônios. Em muitos lugares, é apresentado o Canto da Verônica.
Principais procissões: procissão de Ramos; procissão do Depósito; procissão do Encontro; procissão das Dores; procissão do Enterro ou do Senhor Morto; procissão da Soledade; procissão da Ressurreição ou do Triunfo; procissão do Triunfo de Nossa Senhora. A antiga procissão dos fogaréus sobrevive em poucos lugares. Nas procissões há cumprimento de promessas: andar de pé descalço, carregar pedra, andar um trecho de joelhos.
O mistério da salvação tem cheiro: manjeiricão, alecrim, e outras plantas aromáticas enfeitam os andores e o Senhor Morto e são carregadas nas procissões. Em muitos momentos, o popular e o oficial quase não se separam.
Existem inúmeros costumes populares na Sexta-feira Santa, por ex., rezar pelas almas do cemitério, matar cobras para tirar almas do purgatório, plantar as plantas medicinais.
Há alimentos típicos. Na Quinta-feira Santa, os atores do lava-pés ganham cartuchos com amêndoa torrada. Na Sexta-feira da Paixão, dia de jejum e abstinência, é o bacalhau. No sábado de aleluia, temos os ovos de Páscoa. Em Pernambuco, a bredada é prato típico da Semana Santa.
Grandes cerimônias se realizam em Nova Jerusalém(PE), Goiás Velho(GO), Planaltina(GO), Ouro Preto(MG), Mariana(MG), São João Del Rei(MG), Prados(MG), Santa Bárbara(MG), Santa Luzia(MG), Catas Altas(MG).
Há participação da banda de música em algumas procissões. Em algumas cidades há orquestras especificamente para acompanhar a música barroca. Na programação consta uma série de sermões tradicionais e bastante frequentados: Sermão das Dores; Sermão do Horto; Sermão do Encontro; Sermão do Calvário; Sermão do Mandato; Sermão das sete palavras; Sermão do Descendimento.
Na Quarta-feira Santa, é cantado o Ofício das Trevas, em algumas igrejas.
Mãos invisíveis podem apedrejar quem olhar para trás nas cerimônias da Semana Santa.
Segundo o folclorista piraporense Domingos Diniz(1996), no rio São Francisco, no encontro de barcos, a expressão "Semana Santa" é senha entre os remeiros e significa: Comportem-se e não falem palavrão, pois há mulheres a bordo!
O DOMINGO DE RAMOS

Autor: Luiz Alberto Massarote Sobre o autor e outros artigos publicados
O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.
Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).
O Domingo de Ramos abre por excelência a Semana Santa. Relembramos e celebramos a entrada triunfal de Jesus Cristo em Jerusalém, poucos dias antes de sofrer a Paixão, Morte e Ressurreição. Este domingo é chamado assim porque o povo cortou ramos de árvores, ramagens e folhas de palmeiras para cobrir o chão onde Jesus passava montado num jumento. Com folhas de palmeiras nas mãos, o povo o aclamava “Rei dos Judeus”, “Hosana ao Filho de Davi”, “Salve o Messias”... E assim, Jesus entra triunfante em Jerusalém despertando nos sacerdotes e mestres da lei muita inveja, desconfiança, medo de perder o poder. Começa então uma trama para condenar Jesus à morte e morte de cruz.
O povo o aclama cheio de alegria e esperança, pois Jesus como o profeta de Nazaré da Galiléia, o Messias, o Libertador, certamente para eles, iria libertá-los da escravidão política e econômica imposta cruelmente pelos romanos naquela época e, religiosa que massacrava a todos com rigores excessivos e absurdos.
Mas, essa mesma multidão, poucos dias depois, manipulada pelas autoridades religiosas, o acusaria de impostor, de blasfemador, de falso messias. E incitada pelos sacerdotes e mestres da lei, exigiria de Pôncio Pilatos, governador romano da província, que o condenasse à morte.
Por isso, na celebração do Domingo de Ramos, proclamamos dois evangelhos: o primeiro, que narra a entrada festiva de Jesus em Jerusalém fortemente aclamado pelo povo; depois o Evangelho da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, onde são relatados os acontecimentos do julgamento de Cristo. Julgamento injusto com testemunhas compradas e com o firme propósito de condená-lo à morte. Antes porém, da sua condenação, Jesus passa por humilhações, cusparadas, bofetadas, é chicoteado impiedosamente por chicotes romanos que produziam no supliciado, profundos cortes com grande perda de sangue. Só depois de tudo isso que, com palavras é impossível descrever o que Jesus passou por amor a nós, é que Ele foi condenado à morte, pregado numa cruz.
O Domingo de Ramos pode ser chamado também de “Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor”, nele, a liturgia nos relembra e nos convida a celebrar esses acontecimentos da vida de Jesus que se entregou ao Pai como Vítima Perfeita e sem mancha para nos salvar da escravidão do pecado e da morte. Crer nos acontecimentos da Paixão, Morte e Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, é crer no mistério central da nossa fé, é crer na vida que vence a morte, é vencer o mal, é também ressuscitar com Cristo e, com Ele Vivo e Vitorioso viver eternamente. É proclamar, como nos diz São Paulo: ‘“Jesus Cristo é o Senhor”, para a glória de Deus Pai’ (Fl 2, 11).
Começa a Semana Santa


Quantas recordações boas eu trago comigo das Semanas Santa de tempos atras. Morávamos perto da Igreja do Externato São João e, minha avó muito católica não perdia as celebrações religiósas, e nós sempre á acompanhava-mos.
Eu e minha irmã Marli participava-mos de tudo, a começar do Domingo de Ramos .
Segunda feira , Terça feira, Quarta feira, Quinta feira, Sexta feira, grandes comemorações, Sábado de Aleluia e afinal Domingo de Páscoa.
Não deixávamos de ir as procissões.
sexta-feira, 14 de março de 2008
PALAVRAS DE SABEDORIA


PALAVRAS DE SABEDORIA
Chamaram-me de “ velho” com o desprezo voltado aos ultrapassados, Disse-lhes então: “A palavra velho não é um insulto, é sinônimo de sabedoria que somente o tempo ensina”.
A vida é uma dádiva de Deus e quanto mais se vive tanto maior é a dádiva.
Que bom que, por viver a tanto tempo, tenho conseguido experimentar tantas as emoções da vida, tenho conseguido ver tantas das faces do mundo!
Aqueles que desprezam quem vive uma longa vida, e quem despreza a vida, despreza a própria obra de Deus.
Obrigado Senhor, pelas brancuras de meus cabelos, pelas rugas que vincam meu rosto, pelas dores das minhas juntas, e pela fragilidade de meu físico.
Obrigado Senhor, pela minha força interior que me faz superar as minhas fraquezas, pelo reconhecimento dos meus filhos e netos, pelas coisas que constru e pela satisfação de ter usado do tempo que me deste para ajudar a quem precisou de mim.
Senhor, por este preço tão pequeno que tenho que pagar pela alegria tão grande de viver uma longa vida.
Gostei muito, mais não conheço quem escreveu, para mim desconhecido.
Chamaram-me de “ velho” com o desprezo voltado aos ultrapassados, Disse-lhes então: “A palavra velho não é um insulto, é sinônimo de sabedoria que somente o tempo ensina”.
A vida é uma dádiva de Deus e quanto mais se vive tanto maior é a dádiva.
Que bom que, por viver a tanto tempo, tenho conseguido experimentar tantas as emoções da vida, tenho conseguido ver tantas das faces do mundo!
Aqueles que desprezam quem vive uma longa vida, e quem despreza a vida, despreza a própria obra de Deus.
Obrigado Senhor, pelas brancuras de meus cabelos, pelas rugas que vincam meu rosto, pelas dores das minhas juntas, e pela fragilidade de meu físico.
Obrigado Senhor, pela minha força interior que me faz superar as minhas fraquezas, pelo reconhecimento dos meus filhos e netos, pelas coisas que constru e pela satisfação de ter usado do tempo que me deste para ajudar a quem precisou de mim.
Senhor, por este preço tão pequeno que tenho que pagar pela alegria tão grande de viver uma longa vida.
Gostei muito, mais não conheço quem escreveu, para mim desconhecido.
segunda-feira, 10 de março de 2008
Caracteristica Astrológica do Signo de Peixes

Décimo segundo signo astrológico do zodíaco, situado entre Aquário e Áries e associado à constelação de Pisces.
Seu símbolo é dois peixes.
Forma com Câncer e Escorpião a triplicidade dos signos da Água. É também um dos quatro signos mutáveis, juntamente com Gêmeos, Virgem e Sagitário.
Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os piscianos são as pessoas nascidas entre 20 de fevereiro e 20 de março.
Palavras chaves que definem o Pisciano:Inspirado , Abnegado , Místico , Negativismo, Fantasias , Indolente.
Elementos:Seu Signo é do Elemento Água: este é o Elemento da emotividade e sentimento. Ele amolece a rigidez da Terra, controla e regula o poder do Fogo e dá sentimento á comunicação do Ar. Utilizado de forma controla dá sensibilidade, intuição, empatia. Em excesso, origina sentimentalismo exagerado, pieguice, histeria emocinal, descontrole e confusão.
var random_number = Math.random();
if (random_number
} else {
}
Quando o Sol está num signo do elemento água a expressão da identidade é naturalmente reservada, sentimental e empática.
Sol em Peixes: "Sou o absoluto". Aqui o auto-conhecimento tem como base um sentir muito abrangente. Tem poucas barreiras e absorve o "sentir dos outros" como se fosse seu. É sensível e abnegado, mas pode perder-se nos próprios sentimentos de auto-piedade.
Interpretação:Compaixão e sentimentalismo. Espírito de sacrifício. Decepções. Especialmente sensível aos animais em situação de sofrimento. Seu posicionamento claro, franco e simpático muitas vezes permite que os outros a manipulem, empurrando-a daqui para lá, especialmente na vida profissional.
Seu símbolo é dois peixes.
Forma com Câncer e Escorpião a triplicidade dos signos da Água. É também um dos quatro signos mutáveis, juntamente com Gêmeos, Virgem e Sagitário.
Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os piscianos são as pessoas nascidas entre 20 de fevereiro e 20 de março.
Palavras chaves que definem o Pisciano:Inspirado , Abnegado , Místico , Negativismo, Fantasias , Indolente.
Elementos:Seu Signo é do Elemento Água: este é o Elemento da emotividade e sentimento. Ele amolece a rigidez da Terra, controla e regula o poder do Fogo e dá sentimento á comunicação do Ar. Utilizado de forma controla dá sensibilidade, intuição, empatia. Em excesso, origina sentimentalismo exagerado, pieguice, histeria emocinal, descontrole e confusão.
var random_number = Math.random();
if (random_number
} else {
}
Quando o Sol está num signo do elemento água a expressão da identidade é naturalmente reservada, sentimental e empática.
Sol em Peixes: "Sou o absoluto". Aqui o auto-conhecimento tem como base um sentir muito abrangente. Tem poucas barreiras e absorve o "sentir dos outros" como se fosse seu. É sensível e abnegado, mas pode perder-se nos próprios sentimentos de auto-piedade.
Interpretação:Compaixão e sentimentalismo. Espírito de sacrifício. Decepções. Especialmente sensível aos animais em situação de sofrimento. Seu posicionamento claro, franco e simpático muitas vezes permite que os outros a manipulem, empurrando-a daqui para lá, especialmente na vida profissional.
Caracteristica Astrológica do Signo de Aquário

Décimo primeiro signo astrológico do zodíaco, situado entre Capricórnio e Peixes e associado à constelação de Aquarius.
Seu símbolo é o aguadouro.
Forma com Gêmeos e Libra a triplicidade dos signos do Ar. É também um dos quatro signos fixos, juntamente com Touro, Leão e Escorpião.
Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os aquarianos são as pessoas nascidas entre 21 de janeiro e 19 de fevereiro.
Palavras chaves que definem o Aquariano:Humanitário , Intuitivo, Reformulador , Impulsivo , Excêntrico, Extravagante.
Elementos:Seu Signo é do Elemento Ar: é o Elemento da comunicação, da ligação. É ele que conceitualiza, relaciona, idealiza e explica o Universo. Utilizado corretamente ele dá a capacidade da palavra, o poder criador, leve e fluído do pensamento. Utilizado em excesso origina dispersão, nervosismo mental e uma comunicação errada, vaga e descontrolada.
var random_number = Math.random();
if (random_number
} else {
}
Em signos do elemento Ar, o auto-conhecimento é atingido através da visão conceitual do mundo, da comunicação e dos relacionamentos.
Sol em Aquário: "Sou a minha diferença, sou o meu grupo".O processo de consciência passa por uma conceitualização do mundo com base em grandes ideais e ideologias sociais. Tem uma expressão original, diferente, que pode ser muito criativa ou tornar-se excêntrica e rebelde.
Interpretação:Independência, amor pela liberdade. Cooperação e idéias progressistas. Excêntrica. Como regra geral, quando se decide jamais desistirá até que sua meta seja atingida
Seu símbolo é o aguadouro.
Forma com Gêmeos e Libra a triplicidade dos signos do Ar. É também um dos quatro signos fixos, juntamente com Touro, Leão e Escorpião.
Com pequenas variações nas datas dependendo do ano, os aquarianos são as pessoas nascidas entre 21 de janeiro e 19 de fevereiro.
Palavras chaves que definem o Aquariano:Humanitário , Intuitivo, Reformulador , Impulsivo , Excêntrico, Extravagante.
Elementos:Seu Signo é do Elemento Ar: é o Elemento da comunicação, da ligação. É ele que conceitualiza, relaciona, idealiza e explica o Universo. Utilizado corretamente ele dá a capacidade da palavra, o poder criador, leve e fluído do pensamento. Utilizado em excesso origina dispersão, nervosismo mental e uma comunicação errada, vaga e descontrolada.
var random_number = Math.random();
if (random_number
} else {
}
Em signos do elemento Ar, o auto-conhecimento é atingido através da visão conceitual do mundo, da comunicação e dos relacionamentos.
Sol em Aquário: "Sou a minha diferença, sou o meu grupo".O processo de consciência passa por uma conceitualização do mundo com base em grandes ideais e ideologias sociais. Tem uma expressão original, diferente, que pode ser muito criativa ou tornar-se excêntrica e rebelde.
Interpretação:Independência, amor pela liberdade. Cooperação e idéias progressistas. Excêntrica. Como regra geral, quando se decide jamais desistirá até que sua meta seja atingida
Assinar:
Postagens (Atom)






























